Harvard enfrenta uma investigação sobre US$ 9 bilhões em contratos e subsídios, em meio a alegações de antissemitismo. O escrutínio aumentou após discursos controversos e protestos no campus, provocando uma reação da administração Trump.
A administração Trump anunciou que irá investigar cerca de US$ 9 bilhões em contratos e subsídios federais destinados à Universidade Harvard. Este movimento amplia uma investigação sobre alegações de antissemitismo que também inclui a Universidade Columbia.
A revisão envolve contratos de US$ 255,6 milhões e subsídios de US$ 8,7 bilhões, segundo um grupo de trabalho de agências governamentais, como o Departamento de Educação e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. A secretária de Educação, Linda McMahon, afirmou que Harvard não protegeu seus alunos contra discriminação antissemita e promoveu ideologias divisivas.
Recentemente, protestos de estudantes pró-Palestina geraram preocupações sobre a confusão entre críticas a Israel e antissemitismo. Harvard não comentou a situação imediatamente. Na Columbia, US$ 400 milhões em subsídios foram cancelados, e a administração está revisando como restaurar o financiamento federal sob exigências do governo.
Desde sua fundação em 1636, Harvard, a universidade mais antiga dos EUA, tem enfrentado cada vez mais pressões devido a questões de diversidade e aos efeitos das políticas do governo sobre o financiamento educacional.
O novo presidente de Harvard, Alan Garber, trabalha em grupos de trabalho para combater o antissemitismo e a islamofobia, buscando uma abordagem de maior responsabilidade com políticas disciplinares mais rigorosas.