O dólar sobe na terceira sessão consecutiva, atingindo R$ 5,75, impulsionado por declarações do ministro da Fazenda sobre tarifas comerciais, enquanto investidores reagem a novos ventos no cenário econômico.
**Dólar sobe após falas de Haddad** O dólar tem mostrado uma tendência de alta, fechando a negociação de hoje com um aumento de 0,65%, cotado a R$ 5,7528. Este é o terceiro dia consecutivo de valorização da moeda norte-americana no Brasil. O movimento foi intensificado após declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que geraram ruídos no mercado financeiro, especialmente no tema do arcabouço fiscal. O avanço do dólar também se alinha com movimentos globais, onde as cotações da moeda também se mostraram favoráveis. **Cotação e expectativas** Em um período de três dias úteis, a divisa acumulou alta de 1,84%, embora ainda registre uma queda de 6,90% no ano. Às 17h03, o dólar para abril, considerado o contrato mais líquido, subia para R$ 5,7635. O ministro Haddad mencionou que, com a estabilização da dívida pública, ajustes na estrutura fiscal poderiam ser considerados, mas destacou que a arquitetura fundamental não deve ser alterada. Essa posição provocou uma volatilidade, pois a distribuição de comentários gerou preocupações sobre um possível comprometimento das metas fiscais. O dólar continua em alta, influenciado pelas expectativas em relação a possíveis novas tarifas comerciais levantadas pelo governo dos Estados Unidos, especificamente pelo presidente Donald Trump, que sinalizou para mudanças em tarifas de automóveis, alumínio e produtos farmacêuticos. Com informações recentes sobre as cotações, o/Banco Central anunciou uma revisão das projeções para o dólar até o final de 2025, que caiu de R$ 5,98 para R$ 5,95. **Informações adicionais** O dólar pode oscilar devido à tensão comercial e declarações de figuras chave na economia, portanto, os investidores estão aconselhados a monitorar o panorama, assim como os indicadores econômicos que podem afetar o mercado cambial.
**Vídeo explicativo**