O novo caça desenvolvido pela Boeing promete substituir o F-22 da Lockheed e trabalhar em conjunto com drones semiautônomos, com custos que podem exceder US$ 50 bilhões.
A Boeing venceu a disputa para desenvolver o novo caça de próxima geração do Pentágono, superando a Lockheed Martin. O contrato possui impacto significativo para os resultados financeiros da empresa e sua divisão de defesa, a qual tem enfrentado prejuízos substanciais.
O novo caça tem como objetivo substituir o F-22 e operar em colaboração com drones em desenvolvimento. Embora o Pentágono não tenha divulgado estimativas de custo, especialistas apontam que os gastos com pesquisa, desenvolvimento e aquisição podem ultrapassar US$ 50 bilhões.
Esse contrato é considerado um alívio para a Boeing, que busca reverter anos de perdas e estima-se que um terço da sua receita provém da divisão de defesa. A empresa recentemente enfrentou críticas por atrasos e problemas financeiros, tornando este contrato um voto de confiança do governo.
Por outro lado, a Lockheed Martin enfrenta uma nova derrota, visto que suas ações vêm caindo. A busca por novos contratos é uma necessidade para a empresa, que está se afastando do caça F-35 devido a dificuldades em execução e custos.