A Ucrânia declarou que suas forças estão preparadas para enfrentar as tropas russas, apesar da recente paralisação do auxílio militar dos Estados Unidos, um movimento que marca uma mudança significativa nas relações entre Trump e Kiev. Saiba mais sobre essa tensão crescente.

WASHINGTON/KYIV (Reuters) – A Ucrânia afirmou que suas forças podem se segurar no campo de batalha contra as tropas russas, mesmo após Donald Trump*** paralisar o auxílio militar para Kiev. A medida, considerada uma das mais drásticas, ocorre em meio a uma busca por fortalecer as relações com a Rússia.
Na última sexta-feira, Trump mudou a política dos EUA para a Ucrânia, resultando em uma discutível reunião na Casa Branca. O presidente americano expressou seu descontentamento com o presidente Volodymyr Zelensky, acusando-o de não demonstrar gratidão suficiente pelo apoio que recebeu.
O primeiro-ministro da Ucrânia, Denys Shmyhal, tranquilizou que, apesar da suspensão do auxílio, as forças armadas do país ainda têm recursos para sustentar o combate. Shmyhal enfatizou a necessidade de uma cooperação mútua, destacando o papel vital dos Estados Unidos na estabilidade da Ucrânia.
Recentemente, especialistas militares ressaltaram que a Ucrânia se tornou menos dependente do auxílio militar norte-americano, o que pode atenuar o impacto direto dessa decisão. No entanto, o conflito já deixou um rastro de destruição e sofrimento, com milhares de vidas perdidas.
O Kremlin declarou que a decisão de cortar o auxílio militar poderia ser um passo na direção da paz, enquanto a comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos dessa situação crítica.
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