Os consumidores enfrentam um cenário desafiador com os recentes recordes de consumo de energia, impulsionados pela onda de calor, que geram flutuações significativas nos preços no mercado livre. As empresas precisam se adaptar a essa nova realidade.

Os recordes seguidos de consumo de energia elétrica registrados em 2025 geram preocupações para comercializadoras e consumidores no mercado livre. As altas temperaturas aumentaram a carga e os preços estão sofrendo variações. O uso intenso de aparelhos de ar-condicionado em ambientes corporativos é um dos principais fatores. Até agora, o Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou uma carga histórica de 105.475 megawatts (MW).
Recentemente, o preço de liquidação das diferenças (PLD) foi de R$ 128,93, um aumento expressivo em relação a R$ 58,60 registrado anteriormente. Para o longo prazo, os valores passaram de R$ 309 para R$ 390. Assim, empresas precisam monitorar suas operações para evitar gastos excessivos.
Nível dos reservatórios
A falta de chuvas e a diminuição da vazão de Belo Monte estão dificultando a recuperação dos níveis dos reservatórios. É essencial que as empresas ajustem seus contratos de fornecimento de energia para atender ao crescimento eventual de consumo, particularmente em períodos de calor extremo.
Economizar energia
Empresas conectadas na média e alta tensão devem considerar a migração para o mercado livre de energia, onde os descontos podem chegar a 30%. Tecnologias como a automação e painéis solares são opções viáveis para aumentar a eficiência energética e reduzir custos.