Funcionários demitidos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) podem ser chamados a continuar suas funções por um período temporário, conforme divulgado.

Milhares de funcionários do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e de agências de saúde pública dos EUA receberam ordens de continuar suas atividades temporariamente, mesmo após a demissão.
As demissões em massa começaram como parte de um plano mais amplo para reduzir o governo federal e cortar custos, envolvendo agências como a FDA, o CDC e o Instituto Nacional de Saúde, que preveem a saída de até 10.000 colaboradores.
Os funcionários foram notificados por meio de avisos de “redução de força”, informando que seriam colocados em licença administrativa a partir de 1º de abril. Os setores afetados incluem até mesmo a supervisão de medicamentos e a resposta a surtos de doenças.
Segundo Andrew Nixon, porta-voz do HHS, a proposta visa garantir uma transição suave e evitar interrupções nas operações essenciais. Ele destacou a importância de preservar os serviços de saúde pública durante este período de reorganização.
Os cortes programados impactarão significativamente a força de trabalho do HHS, reduzindo o quadro de 82.000 para 62.000 funcionários. Este movimento ocorre sob o governo do presidente Donald Trump e sua associação com Elon Musk.