O aumento da Selic para 15% acende um alerta sobre a alavancagem das empresas, com a relação entre dívida líquida e Ebitda em foco.

A Selic pode fechar o ano em 15%, alcançando o maior patamar desde o final de maio de 2006. Essa alta sinaliza uma preocupação crescentes sobre a alavancagem das empresas brasileiras. Especialistas observam atentamente a relação entre a dívida líquida e o Ebitda, que está se tornando um indicador crucial para a saúde financeira das empresas.
Com o aumento das taxas de juros, as instituições financeiras tornaram-se mais cautelosas, o que impacta diretamente a capacidade de financiamento das companhias. As empresas que precisam de crédito para sustentar suas operações podem enfrentar dificuldades, especialmente aquelas já com alta alavancagem.
É indispensável que os gestores estejam atentos a essas questões, adotando estratégias que visem à redução da dívida e ao fortalecimento da estrutura financeira. A análise dessa relação deve ser parte de um planejamento robusto e focado na sustentabilidade a longo prazo.
O cenário alerta para a necessidade de revisões nas estratégias de crescimento e um olhar minucioso sobre o que cada empresa pode fazer para se adaptar a essas novas realidades econômicas.